Dicas de Rápidas

O Que Fazer Diante de uma Pessoa com Ataque Epilético?

Por Lição de Vida, em 17/03/2017 (atualizado em 01/07/2021)

O Que Fazer Diante de uma Pessoa com Ataque Epilético. Além disso, a epilepsia é uma doença neurológica que resulta na geração e condução anômala e não controlada de estímulos elétricos celulares numa ou mais zonas do cérebro.

As causas mais frequentes da doença associam-se a fatores genéticos, traumáticos ou tumorais. Esta doença tem gravidade variável e diversas formas de apresentação clínica, destacando-se o grande mal epiléptico, um dos mais graves.

Ataque Epilético

Prevenção: As crises epilépticas, embora sejam exuberantes, controlam-se de forma eficaz com medicação preventiva, uma vez que a doença é controlável farmacologicamente e seguimento adequado do médico.

No caso de ser uma criança, os pais devem comunicar a doença na escola aos professores e pessoas que diariamente convivem com a criança. As medidas preventivas passam por cumprir a medicação prescrita pelo médico e não ingerir álcool porque pode desencadear uma crise.

Sintomas de um Ataque Epiléptico: Numa primeira fase, a pessoa pode apresentar alterações sensoriais (auditiva, visual, gustativa e olfativa). Verifica-se perda de consciência súbita, contração sustentada de todos os músculos, seguido de contração-relaxamento de grupos alternados de músculos (convulsões), ventilação ruidosa, salivação abundante e perda de controle dos esfíncteres.

Como Agir:

  • Desvie objetos e móveis que possam machucar a pessoa que está sofrendo o ataque epiléptico.
  • Coloque uma mão debaixo da cabeça da vítima e desaperte as suas roupas.

Erros Frequentes que Deve Evitar: Nunca deve colocar um lenço ou qualquer outro material na boca da vítima ou prender os movimentos no momento da fase convulsiva.

Quando Procurar Ajuda Médica:

  • Quando se trata da primeira crise;
  • Quando a crise reaparece apesar da medicação;
  • Quando a crise dura mais de cinco minutos;
  • Quando a respiração normal não volta após as convulsões;
  • Quando existe um traumatismo decorrente da crise;
  • Quando as crises epilépticas sucedem sem parar.
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