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5 Coisas que Comprovam que os Divórcios Já não São o que Eram

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5 Coisas que Comprovam que os Divórcios Já não São o que Eram
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Coisas que Comprovam que os Divórcios Já não São o que Eram. Além disso,  as selfies para anunciar a (má) notícia, novas e inovadoras apps, festas com champanhe para celebrar e até separações em hotéis são alguns dos sinais dos (novos) tempos. O divórcio já não tem de ser encarado como um processo moroso e desgastante para o casal. Das aplicações para o telemóvel às festas e fins de semana em hotéis, muitas são as soluções hoje disponíveis para ultrapassar esta fase da vida.

Um estudo desenvolvido por dois sociólogos da Universidade de Washington, nos EUA, concluiu que as alturas em que o número de divórcios aumenta são precisamente as que coincidem com o final das férias de verão e com o final das férias do Natal.

Na grande maioria das vezes, constata-se que a principal razão para esta decisão do casal prende-se única e exclusivamente com o facto de já não haver amor entre ambos e não por não existir alguém a quem atribuir a culpa pela rutura. Por esta razão, apesar de não ser a única, são muitos os casais a adotar posturas inovadoras e mais descontraídas para aligeirar um período que não tem que ser forçosamente de dor e sofrimento.

1. A moda das Divorce Selfies: Ao contrário do que acontecia anteriormente, partilhe este momento. As chamadas divorce selfies têm vindo a tornar-se cada vez mais virais nas redes sociais. Muitos são os casais que tiram uma fotografia em conjunto enquanto assinam os papéis do divórcio ou quando já está tudo oficializado, com o tribunal ou a conservatória em pano de fundo.

Shannon Neuman é uma canadiana que ganhou visibilidade nas redes sociais pelo simples facto da sua divorce selfie ter sido partilhada mais de 30.000 vezes no Facebook. “Nós terminamos o nosso casamento de uma forma respeitosa, atenciosa e honrosa, que nos permitirá seguir em frente e sermos parceiros na educação dos nossos filhos”, legendou na altura.

A actriz Gwyneth Paltrow também seguiu esta nova tendência, resolvendo partilhar no seu site de lifestyle o rompimento do seu casamento com o vocalista dos Coldplay, Chris Martin. “Conscientemente separados”, escreveu. “São a nova forma de anunciar uma separação”, escreveu o jornal The Times na sua edição digital em março de 2017.

2. As Aplicações Móveis à Disposição de Quem se Separa: O mundo das aplicações móveis não para de evoluir e o tópico divórcio não foi de excluir como inspiração. Existem hoje apps dedicadas à recuperação da autoestima, ferramentas que facilitam a gestão da vida dos filhos que existem em comum e que antes eram partilhadas e até instrumentos que conferem espaço e distância às pessoas que quiseram acabar com o seu casamento mas recusam-se a ser socialmente julgadas por essa situação.

Tara Averill, a nova-iorquina que criou a aplicação Splitsville, que pretende dar outra voz ao divórcio, começou por ser uma utilizadora destas apps. «A minha ideia foi apresentar um ponto de vista completamente diferente do que é expetável no divórcio. Não estou a tentar negar que não existem momentos traumáticos mas, sim, dar lugar e voz a momentos que também são normais e muitas vezes saudáveis», justifica.

iSplitLite e iSplit Divorce são aplicações móveis que ajudam os novamente solteiros a gerir despesas e contas. Our Family Wizard, Divorce Coping e Out of Milk são outras das que ajudam a reorganizar a nova vida. No caso de existirem filhos, SquareHub é outra ferramenta digital a considerar, assim como a 2houses.

Veja na página seguinte: As festas que já se fazem

3. As Festas que já se Fazem: Divorciou-se? Faça uma festa! A psicoterapeuta Christine Gallagher organiza festas de divórcio desde que se percebeu do impacto positivo que tem ao virar a página, processo essencial na vida dos seus pacientes. “O divórcio é uma etapa na vida em que não temos um evento que o marque, onde a família e amigos vêm e apoiam e eu penso que uma festa de divórcio acaba por ocupar esse espaço, que se encontra vazio”.

“Acredito que poderá vir a ser bastante saudável e positivo”, acrescenta ainda a especialista. Desde o início da década de 2000 que as divorce parties continuam em grande. Uma reportagem do site Daily Mail diz que está em voga juntar os amigos em jacuzzis para beber champanhe como se não houvesse amanhã.

4. Os hotéis Para os Amantes de Separações Rápidas: E se pudesse despachar o assunto num fim de semana? Jim Halfens, o holandês responsável pela criação do Divorce Hotel, afirma que a sua inspiração para este projeto foi precisamente o caso de um amigo que se estava a divorciar. Para ele, o ideal era resolver o problema num par de dias. “Assim, sabe-se quando começa, quando termina e quais os custos. A indústria do divórcio beneficia bastante como o fato de se estender o processo, tornando-o mais complicado”, diz.

O hotel fornece ao casal que o contrata um advogado mediador, para que se chegue a acordo sobre todos os aspetos que a separação envolve, incluindo as partilhas e a custódia dos filhos que existam em comum. O compromisso é que, até à data do check-out, tenha de estar tudo tratado, incluindo as decisões mais difíceis. Esta cadeia de hotéis já existe na Holanda e em Nova Iorque, havendo planos para o Reino Unido. Este conceito permite que o casal aprenda a comunicar de forma respeitosa e cara a cara, evitando divergências futuras.

5. A Educação no Ninho do Passarinho: A expressão é usada para descrever a corrente que defende que, em caso de divórcio dos pais, os filhos devem permanecer na habitação do casal. Os apologistas desta tese consideram que, para o bem-estar das crianças, devem ser os pais a alternar a permanência na habitação. Oferece às crianças uma sensação de continuidade, não tendo estas de passar pelo processo de mudar as suas roupas e brinquedos de uma casa para outra, afirmam os que a preconizam.

Numa semana, será a mãe a partilhar a casa de família com as crianças. Na outra, será a vez do pai. O importante é manter o ninho. Há alguns casos, a experiência tem corrido bem, mas há situações em que, quando um dos pais encontra um novo companheiro, o convívio não é dos mais pacíficos.

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